A Argentina chega à Copa de 2026 como atual campeã do mundo, comandada por Lionel Scaloni. Mistura a base que levantou a taça no Catar em 2022 a alguns nomes mais jovens, no que pode ser a última Copa de Lionel Messi, capitão e maior artilheiro da história da Seleção. Com 19 participações e três títulos (1978, 1986 e 2022), é uma das potências do torneio.
A coluna vertebral começa no goleiro Emiliano Dibu Martínez (Aston Villa), herói de 2022, passa por uma zaga de hierarquia com Nicolás Otamendi (Benfica), Cristian Romero (Tottenham) e Lisandro Martínez (Manchester United) e por um meio-campo de talento: Rodrigo De Paul, Alexis Mac Allister (Liverpool) e Enzo Fernández (Chelsea). No ataque, Lautaro Martínez (Inter) e Julián Álvarez dividem a frente com Messi.
No Grupo J, a Argentina pega Argélia, Áustria e Jordânia. Estreia contra os argelinos, de marcação compacta; depois vem a Áustria, time europeu intenso sob Rangnick; e o fecho diante da Jordânia, estreante em Copas. Marcos Senesi entrou no lugar do lesionado Leonardo Balerdi. Cabeça de chave do Pote 1, a meta é avançar em primeiro e defender o título até o fim.