A França chega à Copa 2026 no encerramento da longa era de Didier Deschamps, no comando desde 2012. O treinador já avisou que sai depois do Mundial e quer coroar a saída superando duas finais seguidas: o título de 2018 e o vice de 2022. É a 17ª participação dos Bleus em Copas, com duas conquistas (1998 e 2018) no currículo.
Kylian Mbappé (Real Madrid) usa a braçadeira na sua terceira Copa: com 56 gols, é o segundo maior artilheiro histórico da seleção, atrás só de Giroud (57). O ataque ainda tem Dembélé (PSG), Thuram (Inter de Milão) e Olise (Bayern), enquanto Tchouaméni (Real Madrid) e Kanté (Fenerbahçe) sustentam o meio. Saliba (Arsenal) e Upamecano (Bayern) formam a dupla de zaga.
No Grupo I, a França cruza com Senegal, Noruega (de Haaland) e Iraque. A estreia diante de Senegal (16 de junho, Nova Jersey) coloca frente a frente a potência física africana e a velocidade dos franceses, e o duelo com a Noruega de Haaland (26 de junho, Foxborough) tende a decidir a liderança. O objetivo realista é avançar como primeira do grupo e brigar de novo pelo título.