A Suécia chega à Copa 2026 sob o comando de Graham Potter, que montou seus 26 às pressas depois de assumir o cargo em outubro de 2025. A classificação veio na repescagem, com duas vitórias dramáticas — 3 a 1 sobre a Ucrânia e 3 a 2 sobre a Polônia —, marcando o retorno sueco a uma Copa do Mundo pela primeira vez desde a Rússia 2018.
O grande trunfo é o ataque: Alexander Isak (Liverpool) e Viktor Gyökeres (Arsenal), dois centroavantes de classe mundial lapidados na Premier League. No meio-campo se combinam volume e técnica com Mattias Svanberg (Wolfsburg), Lucas Bergvall (Tottenham) e Jesper Karlström (Udinese), enquanto a última linha é organizada pelo capitão Victor Lindelöf (Aston Villa), com 75 jogos pela seleção.
No Grupo F, a Suécia divide a chave com a Holanda (Pote 1), o Japão (Pote 2) e a Tunísia (Pote 4). A estreia, em 14 de junho diante da Tunísia, em Monterrey, é a prioridade para começar bem; depois vêm o teste de peso contra os holandeses, em Houston, e o decisivo duelo com o Japão, em Arlington. O objetivo realista é brigar pela vaga nas oitavas.